Com menos de 5% em fevereiro, nunca ninguém ganhou o Planalto

O histórico das 7 eleições presidenciais brasileiras pós-redemocratização indica que está errada a afirmação comum entre pré-candidatos de que “pesquisa agora não vale nada”. Na realidade, os levantamentos de intenção de voto mostram com clareza que políticos com menos de 5% em fevereiro nunca conseguiram ficar entre os 2 finalistas da disputa.

Quando se considera tudo o que aconteceu no mês de março em anos eleitorais passados (1989, 1994, 1998, 2002, 2006, 2010 e 2014), o percentual mínimo do vitorioso sobe para 7%.

Não há dados disponíveis e confiáveis sobre eleições anteriores à ditadura militar para fazer uma análise semelhante.

Se a lógica estatística das disputas pós-redemocratização vier a ser repetida em 2018, pelo menos 11 nomes serão expelidos do processo por falta de competitividade.

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Os 10 que hoje têm menos de 5% das intenções de voto são estes: Alvaro Dias (Podemos), Fernando Collor (PTC), Guilherme Boulos (sem partido), Henrique Meirelles (PSD), Jaques Wagner (PT), João Amoêdo (Novo), Manuela D´Ávila (PC do B), Michel Temer (MDB), Paulo Rabello (PSC) e Rodrigo Maia (DEM).

 

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