Mulheres presas: a oportunidade de uma nova história longe do crime

Patrícia e Graziane são mulheres que pagam pelos erros que cometeram e, ao mesmo tempo, lutam para reconstruir suas vidas com trabalho e estudo.

Hoje há estimativas de que cerca de 40 mil mulheres cumprem pena no País – os dados corretos só serão conhecidos em maio quando o Cadastro Nacional de Presos, organizado pelo CNJ, reunirá dados sobre a população carcerária de todos os estados e do Distrito Federal. Com autorização do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios, este portal do CNJ tomou o depoimento de duas mulheres que erraram, cumprem suas penas e aspiram a recuperação. São mães, cumprem o regime semiaberto e trabalham durante o dia.

Veja a história de PATRÍCIA, 28 anos, que sonha em terminar os estudos e reconquistar o amor de sua filha, com quem conviveu apenas por seis meses, dentro do presídio.

GRAZIANE, 23 anos, pretende cursar secretariado e conseguir fazer com que seu filho termine os estudos, para traçar um caminho diferente do seu. Ela parou de estudar na sexta série e engravidou aos 14 anos.

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