Rogério Garcia detalha como o Grupo Cabanha Abreu desenvolve o gado em um espaço menor de tempo

O empresário gaúcho Rogério Garcia detalha como o Grupo Cabanha Abreu consegue a proeza de desenvolver o gado em um espaço menor e em um tempo mais curto do que o normal.
“A pré-seleção do Cabanha Abreu é um fator importante pois somos selecionadores de carne de gado. Temos animais rústicos com bastante precocidade e com alta capacidade de se adaptar em adversidades climáticas e de espaço. Digo isto porque a área da pecuária está cada vez menor e a área da soja, para agricultura, aumentando. Baseado nisso temos que ter um gado que se desenvolva de uma maneira mais rápida possível e em um espaço menor”, afirma o pecuarista e agricultor.
“Não costumo dar ração porque o animal é um bovino é ruminante e isso é uma grande qualidade das nossas criações pois só trabalhamos com pastos. Trabalho com gado com PO, que são gados puros, de elite. Minha atividade comercial nesse seguimento é com venda de reprodutores. Trabalho com vacas PO e a média que se usa é de um reprodutor para 25, 30 vacas”, explica Rogério Garcia.
“A forma como selecionamos é muito criteriosa. Trabalhamos com 8% a cada 100 machos que selecionamos ao nascer, que podem ser reprodutores. Nossa seleção de produção é muito forte. Avaliamos as mães, as habilidades maternas, o desmame e a capacidade de se adaptar às diversidades. É importante destacar que o Rio Grande do Sul é muito mais argentino e uruguaio do que brasileiro em termos de clima. A pecuária brasileira está no centro oeste e no norte pois esses são os mercados promissores. Mercados como Mato Grosso, Goiás e São Paulo têm altos índices de crescimento do gado”, completa ele que também atua como empresário de futebol. Sua empresa, a RG Sports, fez uma parceria com o Sport Clube Gaúcho, de Passo Fundo, no Rio Grande do Sul.

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