FHC apoia militares e isola Bolsonaro e PT

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Articulação tucana

 
Os lances políticos de FHC são desconcertantes, mas não deixam dúvidas.
Nos EUA, apoiou Mourão, depois de considerar Bolsonaro pior do que pensava.
Ao mesmo tempo, isola o PT, equidistante entre o confronto entre o presidente e seu vice, pelo menos, aparentemente.
Os petistas alimentam ainda desconfiança e preconceito contra os verdes oliva, embora Lula e Dilma, em 2005 e 2007, tenham aprovado, no Congresso, a maior reivindicação dos militares brasileiros: Plano Nacional de Defesa(PND) e a Estratégia de Defesa Nacional(EDN).
Trata-se de velha reivindicação das Forças Armadas, desde Getúlio Vargas, em favor da opção pela defesa, como proposta de industrialização, para fortalecer soberania nacional, incrementando cadeias produtivas, ensino profissional e ocupação do território, hoje vazio, devido opção de desenvolvimento primário exportador colonialista, levado adiante por burguesia antinacional.
Até agora o PT não se pronunciou diante da polaridade Bolsonaro-Mourão, preferindo uma ausência caracterizada de descompromisso com as forças governistas em confronto, ao mesmo tempo em que não formula plano paralelo e alternativo ao explícito programa entreguista tocado pelo ultraneoliberal Paulo Guedes.

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